domingo, 10 de janeiro de 2010

Celso Oliveira

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Fernanda Oliveira

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Jarbas Oliveira

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Sheila Oliveira

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O Livro "Quem somos nós"



Fotografia Corajosa

Fala-se muito em fotografia construída, fotografia desconstruída, fotografia expandida... Mas existe uma fotografia que defino como Fotografia Corajosa.

Existem fotógrafos que usam a linguagem fotográfica como extensão do seu corpo. Usam o seu olhar com desprendimento, com simplicidade. Sem amarras, sem adornos, sem camuflagens, sem preconceitos, sem regras e, acima de tudo, sem a necessidade do reconhecimento como arte e artista.

O Celso Oliveira é um deles. Usa a fotografia como pretexto para conviver com o mundo. As suas imagens não querem ser reconhecidas, elas querem ser feitas, querem existir. O que marca o seu trabalho é a coragem diante do outro. Encontro sem barreiras, sem medos, a procura de conhecer e desvendar “quem somos nós”.

(trecho do livro – texto de Tiago Santana, fotógrafo).

O Livro "Santa Terezinha: o morro de uma cidade"





O Morro de Fernanda

As imagens de Fernanda Oliveira surgem de um olhar solidário. É o resultado de anos de trabalho e convivência com o lugar e as pessoas - uma busca da expressão humana, documento e memória, ficção e verdade.

Ao imobilizar fluxos de vida, as fotos esgarçam o tecido social sobre o qual se debruçam, mudando a concepção de realidade como efeito de representação para um real traumático. Um olhar, ou olhares, onde a mimesis aponta para o conceito de Lacoue-Labarte onde “apresentar não é tornar presente o que é empiricamente ausente, ou tornar presente a pura ausência, mas revelar a presença da própria presença, revelar o ser presente do que está presente.”

(trecho do livro - texto de Silas de Paula, fotógrafo e PrfºDrº da Universidade Federal do Ceará)

"O Livro das Horas da Praça do Ferreira"




Os Entres das Horas

“Assim, saltando entre lá e cá, em meio a todas as coisas que são propriamente o mundo, a obra de Jarbas Oliveira e José Mapurunga se encontra em meio — da praça, das pessoas, das horas, do movimento, do esquadrilho do espaço, das vitrines, das bolhas de sabão, das rodas feirantes, dos escureceres. Em meio ao mundo cujas horas não respeitam os ditames dos relógios, nem as cronologias do passar”.

(trecho do livro - texto de Beatriz Furtado, ProfªDrª UFC Universidade Federal do CE)